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Redes sociais

Prefeitura de Palmas participa de simpósio sobre política antimanicomial

Encontro promoveu o diálogo entre instituições que atuam na garantia de direitos e no cuidado integral às pessoas com transtorno mental em conflito com a lei

Prefeitura de Palmas participa de simpósio sobre política antimanicomial

A superintendente de Proteção Social Especial, Marlucy Albuquerque, destacou a importância da construção conjunta para assegurar um atendimento mais efetivo

Data da publicação: 22/06/2026

Crédito da foto: Elias Oliveira


A Prefeitura de Palmas, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Sedes), participou nesta segunda-feira, 22, do Simpósio sobre Atuação em Rede na Efetivação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, realizado no auditório da Escola Superior da Magistratura Tocantinense (Esmat). O encontro promoveu o diálogo entre instituições que atuam na garantia de direitos e no cuidado integral às pessoas com transtorno mental em conflito com a lei. 

O simpósio reuniu representantes do Sistema de Justiça, da Rede de Atenção Psicossocial (Raps), da Assistência Social e do Sistema Prisional para discutir estratégias de atendimento humanizado, fortalecimento dos fluxos intersetoriais e ampliação do acesso aos serviços. 

Representando a Sedes, a superintendente de Proteção Social Especial, Marlucy Albuquerque, participou como mediadora da mesa ‘Articulação SUS e Suas no processo de desinstitucionalização da pessoa em cumprimento de medida de segurança’, e destacou a importância da construção conjunta entre os diferentes setores para assegurar um atendimento mais efetivo e centrado na dignidade humana.

“A política antimanicomial nos convida a olhar para cada pessoa de forma integral, compreendendo que o cuidado em saúde mental também passa pelo acesso aos direitos e pela inclusão social. Esse debate reforça a importância da integração entre as políticas públicas e as instituições para que possamos construir respostas mais humanas e acolhedoras.  A atuação em rede fortalece esse processo e amplia as possibilidades de acompanhamento e proteção”, afirmou.

Texto: Maria Eduarda de Moraes - estagiária sob supervisão da jornalista Aldenes Lima

Edição: Iara Cruz