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Escola Municipal Paulo Leivas Macalão desenvolve projeto de reforço para alunos do transporte escolar

O projeto pedagógico de reforço escolar é voltado aos estudantes que utilizam o transporte escolar que chegam à unidade antes do início das aulas

Escola Municipal Paulo Leivas Macalão desenvolve projeto de reforço para alunos do transporte escolar

Estudantes do transporte escolar aproveitam tempo de espera com atividades educativas

Data da publicação: 06/02/2026

Crédito da foto: Divulgação Educação


A Escola Municipal Paulo Leivas Macalão, localizada na Arno 43 (407 Norte) deu início ao projeto pedagógico de reforço escolar voltado aos estudantes que utilizam o transporte escolar que chegam à unidade antes do início das aulas. A iniciativa atende alunos que desembarcam na unidade educacional por volta das 7 horas, e também no período da tarde, garantindo que esse tempo de espera seja aproveitado com atividades educativas e orientadas.

Conforme a equipe pedagógica da unidade, em média, cerca de 40 alunos por período participam da ação. Assim que chegam à escola, os estudantes são encaminhados à biblioteca, onde professores monitores realizam atividades planejadas de reforço dos conteúdos trabalhados em sala de aula. No turno da manhã, o acompanhamento acontece antes do início das aulas, e à tarde, os alunos chegam por volta das 12h30 e permanecem nas atividades até o toque do sinal, em um período aproximado de 40 minutos, tempo equivalente ao de uma aula regular.

O diretor da Escola Municipal Paulo Leivas Macalão, Raimundo dos Santos Bezerra, explica que o projeto foi pensado para transformar um tempo ocioso em oportunidade de aprendizagem.“Esses alunos chegam mais cedo por causa da rota do transporte escolar e não podem ficar fora das dependências da escola. Anteriormente eles acabavam correndo pelo pátio até o sinal tocar. Então, junto com a coordenação pedagógica e os professores, pensamos em uma forma de aproveitar esse tempo com atividades de reforço, focadas nas dificuldades que eles apresentam”, detalha.

Segundo o diretor, as atividades são planejadas de forma coletiva e partem das necessidades observadas pelos próprios professores em sala de aula. “Os professores apontam quais conteúdos precisam ser mais trabalhados com esses alunos, e a partir disso são sugeridas as atividades. É um trabalho pensado, organizado e que tem dado um retorno muito positivo”, observa Raimundo Bezerra.

Texto: Milena Botelho

Edição: Fernanda Sousa