O novo espaço foi totalmente revestido com material altamente resistente, denominado Geomembrana de Polietileno de Alta Densidade (PEAD)
Entrou em operação nesta terça-feira, 10, a nova célula do aterro sanitário da Capital, onde estão sendo acondicionados os resíduos sólidos urbanos em uma área de 30 mil metros quadrados - o equivalente a três hectares de área.
O novo espaço foi totalmente revestido com material altamente resistente, denominado Geomembrana de Polietileno de Alta Densidade (PEAD), com vida útil prevista para 100 anos para se decompor. A manta tem a finalidade de impermeabilizar o solo para evitar a contaminação do lençol freático.
De acordo com o engenheiro responsável pelo aterro sanitário, João Marques, a previsão é que o novo espaço seja utilizado para os próximos três anos. “Se a quantidade de lixo produzido na Capital permanecer com o quantum de 250 toneladas/dia, a vida útil será de três anos, disse”.
Após dez anos de operação as três células anteriores serão encerradas para operação. No momento, os funcionários que operam no aterro estão concluindo os últimos anéis de taludes e fazendo a cobertura final dos resíduos.
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