A Escola Municipal Jorge Amado, localizada no setor Santa Fé, está desenvolvendo o Projeto de Intervenção Pedagógica de Recomposição de Aprendizagem, intitulado Reforço Escolar: 'Eu também posso!', voltado para alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental, nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática. O projeto tem como objetivo oferecer reforço escolar focado na recuperação de habilidades essenciais, visando elevar a autoestima dos alunos e garantir autonomia para avançar em seus estudos.
O trabalho é conduzido pelas professoras Cleliléia Neves Silva Crepaldi e Mirian de Fátima Briseno, com apoio da gestão escolar e da Secretaria Municipal da Educação (Semed). A iniciativa nasceu a partir de avaliações realizadas que mostraram a necessidade de uma ação direta com os alunos para recuperar competências básicas de leitura, escrita e cálculo.
As aulas de reforço acontecem de segunda a sexta-feira, nos turnos e contraturnos. Os estudantes são organizados por nível de compreensão, o que facilita o atendimento às necessidades específicas de cada grupo. O conteúdo segue as habilidades essenciais da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e é trabalhado com fichas de leitura e desafios práticos.
O progresso dos alunos é acompanhado por meio de fichas diagnósticas e avaliações contínuas, e os principais indicadores de sucesso são: a redução das faltas nas aulas regulares, o avanço em leitura e escrita e a melhora na autoestima e participação em sala de aula. O projeto tem duração de um ano letivo, dividido em etapas bimestrais e, à medida que o aluno alcança os objetivos de aprendizagem, ele conclui o reforço, abrindo espaço para novos colegas que precisam de apoio.
Para a diretora da unidade, Maria Eunice Reis, o projeto de reforço escolar reafirma o compromisso da Escola Municipal Jorge Amado com uma educação inclusiva e de qualidade. “Acreditamos que, ao oferecer as ferramentas básicas de leitura, escrita e cálculo, estamos não apenas corrigindo uma defasagem escolar, mas devolvendo a esses estudantes o direito de aprender e a esperança de um futuro com autonomia”, afirma.
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